Manual abrangente sobre viajando pelo Brasil

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O fluxo de excursionistas internacionais no Brasil tem apresentado oscilações significativas nos últimos anos. Entre 2018 e 2019, o país recebeu cerca de seis milhões de viajantes estrangeiros por ano, com predominância de chegadas por via aérea em rotas que conectam América do Sul, América do Norte e Europa. A pandemia reduziu esse número para três vírgula seis milhões em 2022, mas 2023 marcou o início da recuperação, com mais de dois vírgula três milhões de forasteiros nos três primeiros meses. Em 2024, o Brasil registrou seis vírgula seis milhões de viajantes globais, rompendo o recorde de 2018 e consolidando-se entre os lugares mais procurados da América Latina. O avanço continuou em 2025, quando o país recebeu pelo menos nove milhões de turistas de fora, evidenciando a capacidade de expansão do mercado.

Matriz de origem


A América do Sul responde pela maior parte do excursão receptivo; os argentinos lideram o ranking de emissões, representando trinta vírgula oito por cento dos visitantes em 2011 e mais de três milhões de excursionistas em 2025. Estados Unidos, Chile, Paraguai e Uruguai ocupam as posições seguintes, representando mercados tradicionais motivados por proximidade e laços culturais. O Top dez inclui ainda França, Itália, Reino Unido, Espanha e Portugal, países cujos forasteiros buscam cultura, natureza, história e lazer. Esses mercados refletem a diversidade de motivações; a proximidade geográfica explica o predomínio dos vizinhos, enquanto europeus e norte-americanos procuram experiências culturais, festas populares como o Carnaval e a Festa de São João, além de paisagens exóticas. Para ampliar a presença de forasteiros de outros continentes, a Embratur investe em campanhas promocionais e participação em feiras mundiais, apresentando roteiros que combinam turismo de natureza, gastronomia e cultura.

Propósito de viagem


As motivações dos turistas exteriores variam bastante. Em 2005, cerca de quarenta e quatro vírgula quatro por cento vieram ao Brasil por lazer, enquanto vinte e nove vírgula um por cento chegaram por empresarial, eventos e convenções, e vinte e dois vírgula seis por cento visitaram amigos e parentes. Esse padrão se mantém, com o entretenimento respondendo pela maior fatia de trajetos. A maioria hospeda-se em hotéis, pousadas ou resorts (cerca de sessenta por cento), mas quase um quarto fica em casas de amigos ou parentes, evidenciando a importância do turismo de visitas. Em termos de meios de transporte, setenta e quatro vírgula seis por cento chegam pelo transporte aéreo, vinte e dois vírgula nove por cento por terra e um vírgula sete por cento por via marítima, com destaque para cruzeiros que atracam em Santos e Rio de Janeiro durante a temporada de verão. Os roteiros mais procurados para recreação incluem Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu e Salvador; para negócios, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro; e para visitas pessoais, São Paulo e outras capitais do Sudeste. Esses dados mostram um turismo diversificado, com oportunidades para diferentes segmentos e nichos.

Perfil dos visitantes


O comportamento e os hábitos de consumo desses turistas também influenciam o mercado. turistas de recreação costumam permanecer de uma a duas semanas, distribuem-se por vários pontos turísticos e gastam em hospedagem, alimentação, compras e passeios. excursionistas de negócios têm estadias mais curtas, concentram-se em capitais e gastam mais em serviços como transporte, telecomunicações e eventos. Aqueles que visitam amigos e parentes tendem a gastar menos em hospedagem, porém contribuem para a atividade financeira local ao frequentar restaurantes, atrativos e centros de compras. Ao traçar o perfil dos visitadores e suas preferências, o mais informações Brasil pode direcionar estratégias de marketing, fortalecer segmentos como o ecoturismo e o turismo gastronômico e atrair públicos emergentes. A ampliação de voos diretos, a facilitação de vistos e a melhoria da infraestrutura contribuirão para diversificar ainda mais o fluxo de visitadores mundiais.

Motivações e perfil


Campanhas de marketing digital e parcerias com companhias aéreas oferecem tarifas promocionais em baixa temporada, incentivando trajetos fora dos períodos de pico. Também há esforços para atrair nômades digitais e viajantes de longo prazo, que buscam locais com boa infraestrutura de internet, clima agradável e custo de vida acessível. A estratégia inclui ampliar rotas aéreas, reduzir impostos sobre passagens e simplificar processos de entrada por meio de vistos eletrônicos, visando aumentar o tempo de permanência e o gasto médio dos visitantes. Ao diversificar a oferta e dialogar com diferentes perfis, o Brasil espera alcançar públicos que tradicionalmente não visitavam o país e manter o crescimento do turismo internacional de forma sustentável.

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